Hoje é um Bom Dia

[ Rapidíssimas ]


Sério que tem essa chilenada toda lendo o HBD, ou é maluquice do contador mal programado?

Contatem-me, quero saber mais sobre esse país de vocês. A menos que vocês sejam brasileiros morando no Chile, e nesse caso meu interesse é consideravelmente menor. Lugar de brasileiro é no Brasil, seus traidores da pátria.


Há um ano eu decidi deixar o cabelo crescer. Depois de todo esse tempo, depois de até postar uma comparação entre cabelos curtos e cabelos compridos, depois de ter minhas madeixas involuntariamente descoloridas pela namorada – e ter que aguentar minha lista toda perguntando se eu pintei o cabelo. Vão ser curiosos assim na puta que pariu -, essa porra tá no comprimento que eu originalmente desejei.

O que ninguém me avisou é que depois que o cabelo passa da linha do queixo, se torna impossível comer miojo. A menos que eu faça um risco na parede oposta e mantenha meus olhos sempre fixos naquele nível, a cada garfada metade da minha cabeleira mergulha alegre dentro do prato.

E não é só com miojo, não.


Um valioso conselho: antes de comprar um fone de ouvido Sony pela maravilhosa facada de 70 dólares (se confortando que ao menos estará comprando algo de qualidade pela primeira vez na vida), esteja seguro que o fone não agredirá violentamente suas orelhas, tornando o uso prolongado uma verdadeira tortura romana.

E caso isso aconteça, não jogue o recibo fora.

Mas se você tem cabelo comprido, ao menos ninguém verá as feridas.




Nenhum valor é pequeno demais, bobinhos.

Obrigado pra ambos. Não passarei fome neste Natal!

Criarei o Hall da Fama em breve, ali embaixo da área das esmolinhas. De que outra forma você poderia ter seu próprio nome no HBD (a não ser, é claro, que você brigue comigo, ou me plagie, ou seja um ex-amiguinho, ou faça algo imbecil no orkut, ou mande uma caricatura minha)?


Os infelizes que conversam comigo no MSN em momentos de carência sabem – porque eu faço questão de me gabar sobre isso – que além de ter cinco computadores (num apê de apenas DOIS quartos), todos eles são equipados com monitores de cristal líquido sensível ao toque. Coisa muito fina, parece o laboratório de um super-vilão maluco do leste Europeu que planeja explodir a Terra mas que imbecilmente conta todo o plano ao James Bond, dando ao herói tempo suficiente para que ele escape de suas armadilhas envolvendo dinamite e tubarões e ainda cague em cima de seus planos na saída.

Mesmo se você subtrair o fator extra-cool do toque de tela, já dá pra me considerar um daqueles nerds chatíssimos que gozam nas calças ao recitar as especificações de seus super-computadores de última linha comprados especificamente pra jogar Half Life 2. O toque de tela apenas adiciona o “…e filhinho de papai rico” ao “nerd chato”.

Bem que eu queria, viu. O caso é que meu pai é técnico de informática com especialização em troços hospitalares. O que quebra lá, os mano jogam fora, e acaba vindo parar aqui em casa. Com toda sua malandragem brasileira, o velho conserta os monitores outrora sucateados e pronto – sucesso instantâneo entre os amiguinhos que vem (ou vêm, sei lá) aqui em casa e me vêem (esse aí eu tenho certeza, é vêem mesmo) jogando Command & Conquer sem o mouse, só tocando na tela. Claro que a jogabilidade fica comprometida (afinal, com touchscreen não tem clique direito), e sempre que eu tento enviar meus soldadinhos do ponto A ao B acabo acidentalmente explodindo minha própria base, enviando mensagens racistas ao oponente e incendiando meu computador, mas a idéia é a estética mesmo.

O problema é que uma cusparada acidental no monitor (resultado natural de uma piadinha espirituosa; quem aí nunca encheu o monitor de saliva) causa espamos epiléticos no cursor do mouse, que fica eternamente preso pela cusparada, até que eu resolva limpar a seboseira com o que quer que esteja na mesa do PC naquele momento.

Da última vez foi um post it.


Essa aí nem foi tão rapidinha, vai.


Já que resolveram me dar presentinhos de Natal via Paypal, acho que seria uma boa recompensá-los com uma fenomenal resenha HBD. Os filmes que tenho em mente são: Cubo, O Quinto Elemento e Dungeons and Dragons. Sempre tive vontade de resenhar este último, devido à minha forte crença de que é o pior filme já realizado por um estúdio americano e que ele foi produzido por alguma organizaçào cristã americana com o único objetivo de difamar o sagrado nome do RPG. Decerto, qualquer coisa remotamente associada com aquele filme merece ostracismo, então de uma certa forma os crentes venceram esse round.

Escolham sabiamente. Ouvirei as sugestões, ou não. É sempre assim.


Resenha de SNES é que nem trepar – divertido pra caralho, mas requer tanto esforço físico que no fim você tá acabado – e o pior, ninguém reconhece seu, ahn, trabalho.

Baixar a ROM, jogar por pelo menos uma hora – pra destilar o ódio pelos idealizadores do jogo -, tirar centenas de screenshots, selecionar as que se encaixam melhor no post, redimensionar tudo, hospedá-las… e só então começar a escrever o texto. É 594% mais trabalhoso do que simplesmente tirar onda com a cara de um infeliz alaetório.

Por isso é a seção menos atualizada do site. Mas não se preocupem, vou fazer um esforcinho pra atualizar isso mais frequentemente.

Aliás, vou trabalhar agora que nem policial brasileiro: agilizo mediante a propina.

E vocês que me pedem insistentemente pra resenhar SMW não devem ter entendido a finalidade das resenhas. Leiam-nas algumas trocentas vezes novamente.

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novembro 25, 2005 - Posted by | Uncategorized

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